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Copacabana: Manifesto BCA

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Fui algumas vezes ao Epifania Oriental Contemporâneo assim que abriu sua primeira unidade, no Leme, e depois confesso que esqueci da existência, apesar das boas experiências. O que acendeu a luzinha na caixola quando um amigo em comum (oi, Chacal!) contou que a chef Juliana Reis tinha aberto um bar, o Manifesto BCA, ali pertinho. BCA stands for Bar e Cozinha Artesanal, o que já enche meu coração de amor.

No cardápio, entradinhas, bruschettas, pizzas, sanduíches e pratos principais que harmonizam com cervejas artesanais ou os ótimos drinks da casa. Pra abrir os trabalhos, fomos de Suíno (croquete de pernil de porco e maionese de alho confit, R$ 24, seis unidades), mais um bolinho que um croquete de sabor suave e cheio de queijo derretido dentro (a fritura podia estar mais sequinha, mas também não estava oleooooooooso, não). Depois, pedimos uma porção de Tutti (bolinhos de risoto com parma, queijos, acompanhados de tapenade de azeitonas com tomate seco, R$ 28, com seis), ok, mas que também não me emocionaram muito.

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A alegria até aquele momento estava concentrada na jarra de Bloody Mary’s Secret (feito com vodka infusionada com bacon, suco de tomate artesanal, temperos e tomilho, R$ 62). Eu, que acompanho meu amigo Alexandre Matias na busca incansável pelo Bloody Mary perfeito, já coloquei esse entre os meus preferidos da cidade.

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Ogros que somos, resolvemos apostar nos sabores de pizza da casa, de massa artesanal, fininha e crocante (amém, vivo desesperada atrás de massa finíssima nessa cidade e isso não é lá muito fácil de achar). Os sabores escolhidos foram Parma (Aspargos, parmesão, pesto de manjericão, chips de parma, muçarela e molho de tomate, R$ 48, a inteira) e Puta Madre (peperoni, creme de burrata, bacon, cogumelo paris, tomilho, muçarela e molho de tomate, R$ 48, a inteira). Posso dizer? Se os bolinhos não conquistaram meu coração, essas pizzas me ganharam de cara. Delicadas e deliciosas (a sacada dos chips de parma, em vez de usar o presunto cru, faz toda a diferença), realmente fininhas e crocantes, e com um catchup caseiro servido morno que até o mais paulista dos paulistas aprovaria.

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Depois dessa comilança e bebelança (eu ainda pedi outro copo de Bloody Mary’s Secret por fora, hê), não sobrou espaço pra sobremesa. Mas nem sofri porque pretendo voltar várias vezes. O ambiente é ótimo, bem decorado (com cozinha aberta, amo!), rolam showzinhos no salão do subsolo, e eu tô doida pra experimentar os pratos da casa (tem um taldi Salve!, de rosbife com gremolata de bacon, farofa de beterrada e cenouras salteadas com tomilho, avelãs e vinho branco, por R$ 49, que já tá na minha lista).

Serviço
Av. Nossa Senhora de Copacabana 22, Leme
(21) 2051-1910
Ter a sáb, das 18h à 1h. Dom, das 16h à meia-noite.preco-2

ASSINATURA Liv

Rapidinhas do DFC

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:: A Nina frequentou bastante o Bukowski na nossa ~~juventude~~ (eu era #teamcasadamatriz, confesso) e agora a buátchi aproveita seu ótimo ambiente externo pra oferecer happy hour com comidinhas e carta de drinks renovada, facilitando a vida de quem vai lá dançar. Funciona toda sexta, a partir das 18h30, com entrada gratuita (depois de 22h, passa a ser cobrado o couvert artístico de quem fica pras festas). Provamos o couvert italiano (R$ 43,60) com pizza branca, grissinis, torradinhas, salames e pastinhas, entre otras cositas más, e as bruschettas (a de presunto de parma, brie e mel, R$ 24,60 por 4 unidades, tava bem boa).

:: Ainda na vibe de menu de outono, o Giuseppe Grill (que a gente ama e já resenhou aqui) tá cheio de novidadinha, mas eu pirei mesmo nas novas opções de entrada. Tem Vieiras grelhadas na brasa (R$ 64, com seis), Ostras na brasa (R$ 6 a unidade) e Coxa de rã (provençal ou à milanesa, R$ 64).

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:: O PJ Clarke’s (tem post sobre a filial do Leblon aqui) lançou dois novos sabores de hambúrgueres: East 2008 (queijo minas padrão, peperoni, rúcula e maionese de mostarda escura, R$ 30,00) e Pork Sandwich (burger suíno com queijo prato, abacaxi grelhado e cebola roxa na manteiga, R$ 29,00). A carta de bebidas  ainda foi acrescida de uma pá de drinks à base de amarula, pra quem curte bebida doce.

:: A rede de hotéis Grand Hyatt aportou no Rio, lá pros lados da Lagoa de Marapendi, e eu já tô separando o orçamento (começo de mês tá aí pra isso) pra visitar um dos três restaurantes de lá. O Cantô tem uma vibe mais praiana, com saladas e grelhados; o Shiso é um japa especializado em sushis, sashimis e yakitoris (e com um bar de saquês); o Tano é um italiano com bar de antepastos e massas frescas.

:: Semana passada a gente foi prestigiar o lançamento carioca da Keep Light, linha de congelados e  comidinhas light de Betina Sehbe e Christiane Jimenez. Já provei de um tudo nesse campo, e vou dizer que achei dos mais gostosos (embora o preço seja um pouco salgado). Pra saber mais, o site tá aqui, ó.

Flamengo: Paris Gastrô, na Casa Julieta de Serpa

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No aniversário de mamain, ela veio com o pedido: “Quero jantar em um restaurante francês”. Como somos uma família grande (a mesa tem que ser de sete, pensem), bistrôzinhos (como o Formidable) foram devidamente desclassificados e, depois de uma rápida pesquisa no Tripadvisor, o Paris, na Casa Julieta de Serpa pareceu uma ótima opção. E foi mesmo.

O restaurante tem aquele ar princesístico que rege a casa toda – conhecida pelas festas e jantares incríveis. A Liv já tinha me falado sobre o bar, que é super reconhecido como um dos melhores da cidade. Com aquela cara de local onde adultos rycos vão flertar nos filmes, não existem muitos por aqui, ele fica no caminho pro salão do Paris e me deu muita vontade de experimentar – fica aqui o compromisso por escrito pra voltar lá e tomar uns negócio (nota da Liv: preferencialmente comiga).

Voltando ao Paris, o restaurante tem um aura toda meio Versailles de ser, chiquérrimo, perfeito para um date ou pra quem tá procurando essa vibe de vim jantar num castelo de ouro. A comida é fina, delicada e com ingredientes super nobres, como se esperava.

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Se você já acompanha o DFC há um tempinho, sabe que minha família curte (e muito) um menu degustação, então já devem imaginar que a gente foi nessa. O menu é de quatro pratos mais sobremesa (R$190 por pessoa, sem harmonização) e eu achei justo pra caramba. Foi bastante bem servido.

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Para começar o circuito, Vieiras (Vieira, creme de alcachofra e farofa de bacon) maravilhosas e essa combinação tem tanto a minha cara que seria quase impossível eu não curtir (nota da Liv: frutos do mar com bacon SEMPRE funciona, pena que a Nina não pode comer camarão). Em seguida, Profiteroles de foie gras e molho de trufas que estava ótimo, bem saboroso e improvável – meu pai que é o rei do foie gras amou e meu hômi que nunca havia comido também, ouseja.

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Depois, Peixe do dia (peixe que eu não lembro qual era, foi malz, viennoise de azeitona preta, purê de batata doce e banana da terra e molho cítrico) que tava bem gostoso mas mal montado, com uma quantidade totalmente desproporcional de purê para o resto dos componentes. O próximo prato era o Pato (Peito de pato grelhado com lâminas de figo, arroz vermelho, pêra glaceada no vinho do Porto e molho de melaço de cana de açúcar) – saborosíssimo, mas faço a mesma crítica do prato anterior: tinha tanto figo quanto pato.

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Errinhos pequenos, na minha opinião, que não tiraram nem um pouco o prazer da degustação. Na hora da sobremesa, a equipe ainda foi uma queridona de trocar a Flor de Maçã (Massa folhada, maçã verde, canela, creme pâtissière e sorvete de graviola) padrão do menu, pelo Petit gateau de doce de leite para metade da mesa. As duas foram bem elogiadas por todo mundo.

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Vale dizer que a casa tem uma seleção de vinhos na adega que ó, mega boa.

 Praia do Flamengo, 340 – Flamengo
+55 21 2551-1278
De terça a sexta, de meio-dia às 15h. De 19h até o último cliente. Sábados, a partir de 19h. Domingos, a partir de meio dia

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As chicks


Liv Brandão.
30 anos, jornalista, libriana. Fala muito e basicamente sobre séries, comida, música, moda e beleza. O que já rende um bom papo de bar, né?


Nina Ribeiro.
29 anos, publicitária, feminista. Escreve sobre moda, bebe uísque, ama gatos e come absolutamente tudo (que não seja alérgica).

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Quanto vale o show?


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A gente é legal, mas não se responsabiliza por cardápios, preços e horários de funcionamento divulgados nesse blog. Sempre cheque as informações antes de sair de casa!

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